RIO - A Usiminas espera elevar em 3 milhões de toneladas a capacidade de produção de aços planos nos próximos dois anos, atingindo 10 milhões de toneladas anuais. A afirmação foi feita pelo vice-presidente de negócios da companhia, Sérgio Leite de Andrade, para quem o crescimento garantirá o suprimento para as necessidades da cadeia de óleo e gás.
"Somos o maior produtor nacional de aços planos, com 7 milhões de toneladas e vamos expandir. Isso garante a capacidade produtiva para as demandas do setor de óleo e gás", frisou Andrade, que participou do 65º Congresso Internacional da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), no Rio de Janeiro.
O diretor-executivo de aços especiais da Gerdau, Joaquim Bauer, também acredita que a companhia terá condições de suprir as necessidades de aços especiais surgidas com a exploração da camada pré-sal do litoral brasileiro.
A empresa tem, no Brasil, capacidade de produzir até 2 milhões de toneladas por ano nas unidades de Charqueadas, Pindamonhangaba e Mogi das Cruzes, além de outros 2 milhões e toneladas em plantas nos Estados Unidos e na Espanha. "Isso permite que possamos absorver com alguma folga os desafios do pré-sal no Brasil", disse Bauer.
Para Paulo Augusto Filho, vice-presidente de tecnologia da FMC Technologies, o principal desafio tecnológico para o pré-sal será o grande volume de poços que deverão ser perfurados. Segundo ele, as soluções para reduzir a corrosão serão peça-chave no desenvolvimento dos produtos, com a utilização de aço forjado com revestimento de ligas de níquel em larga escala.
"Para 10, 15 poços, não há problema. Mas para 500 poços, teremos que encontrar novas formas de desenvolver os produtos", ponderou.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Déficit de recursos estrangeiros cai para de R$ 520 milhões em 2010
No ano, há um déficit de recursos estrangeiros de R$ 520 milhões - o menor saldo negativo há quase dois meses
Vanessa Stecanella, da Agência Estado
Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 370,768 milhões na Bovespa na última sexta-feira, dia 23. Naquele pregão, o Ibovespa fechou em alta 0,87%, na máxima do dia, aos 66.322,99 pontos (maior pontuação desde 4 de maio). O giro financeiro somou R$ 4,677 bilhões.
Em julho, até o dia 23, o saldo de capital externo na bolsa está positivo em R$ 2,418 bilhões. As compras totalizam R$ 24,837 bilhões e as vendas, R$ 22,419 bilhões.
No acumulado de 2010, há um déficit de recursos estrangeiros na Bovespa de R$ 520 milhões - o menor saldo negativo há quase dois meses
No acumulado de 2010, há um déficit de recursos estrangeiros na Bovespa de R$ 520 milhões - o menor saldo negativo há quase dois meses
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Recomendação de compra HYPE3
RECOMENDAÇÃO DE COMPRA EM HYPE3 (22/07/2010)
Bolsa de NY fecha em alta com indicadores e balanços
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte, com o índice Dow Jones registrando seu maior ganho desde 7 de julho e fechando no nível mais alto desde o dia 15. O mercado reagiu a indicadores melhores do que se previa (as vendas de imóveis residenciais usados nos EUA e os índices de atividade dos gerentes de compras da Europa) e a informes de resultados de empresas importantes.
Algumas das empresas que divulgaram balanços nesta quinta-feira são componentes do índice Dow Jones: 3M, cujas ações subiram 2,98%, AT&T (+2,37%), Caterpillar (+1,69%) e Travelers (-1,16%); as ações da Microsoft, cujo informe de resultados sairia somente depois do fechamento, subiram 2,87%; as da American Express, que também divulgaria balanço depois de o mercado fechar, avançaram 4,96%. Outro destaque entre as componentes do Dow foi Boeing, com alta de 5,41%, depois de sua concorrente europeia Airbus anunciar um aumento de sua meta de encomendas para o ano.
Entre as ações de empresas que divulgaram resultados também estavam eBay (+3,8%), UPS (+5,2%), Xerox (+7,4%), Qualcomm (+8,2%), Royal Caribbean Cruises (+12%), SunTrust Banks (+9,6%) e Fifth Third Bancorp (+10%).
O índice Dow Jones fechou em alta de 201,77 pontos (1,99%), em 10.322,30 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 58,56 pontos (2,68%), em 2.245,89 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 24,08 pontos (2,25%), em 1.093,67 pontos. As informações são da Dow Jones.
Agencia Estado - Renato Martins.
Algumas das empresas que divulgaram balanços nesta quinta-feira são componentes do índice Dow Jones: 3M, cujas ações subiram 2,98%, AT&T (+2,37%), Caterpillar (+1,69%) e Travelers (-1,16%); as ações da Microsoft, cujo informe de resultados sairia somente depois do fechamento, subiram 2,87%; as da American Express, que também divulgaria balanço depois de o mercado fechar, avançaram 4,96%. Outro destaque entre as componentes do Dow foi Boeing, com alta de 5,41%, depois de sua concorrente europeia Airbus anunciar um aumento de sua meta de encomendas para o ano.
Entre as ações de empresas que divulgaram resultados também estavam eBay (+3,8%), UPS (+5,2%), Xerox (+7,4%), Qualcomm (+8,2%), Royal Caribbean Cruises (+12%), SunTrust Banks (+9,6%) e Fifth Third Bancorp (+10%).
O índice Dow Jones fechou em alta de 201,77 pontos (1,99%), em 10.322,30 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 58,56 pontos (2,68%), em 2.245,89 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 24,08 pontos (2,25%), em 1.093,67 pontos. As informações são da Dow Jones.
Agencia Estado - Renato Martins.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Copom eleva Selic em 0,5 ponto, 10,75% ao ano
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu elevar novamente a taxa de juros básica Selic. Mas, ao contrário do consenso de mercado, a alta foi de 0,5 ponto percentual, para 10,75% ao ano, sem viés. A decisão foi unânime.
A justificativa do comitê para a decisão anunciada hoje foi a seguinte:
"Avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 10,75% ao ano, sem viés. Considerando o processo de redução de riscos para o cenário inflacionário que se configura desde a última reunião do Copom, e que se deve à evolução recente de fatores domésticos e externos, o Comitê entende que a decisão irá contribuir para intensificar esse processo."
Esta é a terceira vez consecutiva que o BC eleva o juro básico. A primeira alta, de 0,75 ponto, ocorreu na reunião, de 28 de abril. Na última reunião, em 9 de junho, o percentual foi elevado em mais 0,75 ponto, para 10,25%.
A próxima reunião do Copom ocorre nos dias 31 de agosto e 1º de setembro.
(Rafael Bitencourt | Valor)
A justificativa do comitê para a decisão anunciada hoje foi a seguinte:
"Avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 10,75% ao ano, sem viés. Considerando o processo de redução de riscos para o cenário inflacionário que se configura desde a última reunião do Copom, e que se deve à evolução recente de fatores domésticos e externos, o Comitê entende que a decisão irá contribuir para intensificar esse processo."
Esta é a terceira vez consecutiva que o BC eleva o juro básico. A primeira alta, de 0,75 ponto, ocorreu na reunião, de 28 de abril. Na última reunião, em 9 de junho, o percentual foi elevado em mais 0,75 ponto, para 10,25%.
A próxima reunião do Copom ocorre nos dias 31 de agosto e 1º de setembro.
(Rafael Bitencourt | Valor)
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